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Albanês de família humilde, filho de Adolf Altenburg e Nissrin Al-Shaahoub Altenburg, Andrey desde os primeiros anos de idade foi conduzido ao Quadribol por seu pai, que era amigo íntimo do ídolo mundial Kim Kallstrom. Com promessa de ir para a Suécia, virar jogador de Quadribol e dar uma vida melhor para seus pais, com apenas treze anos de idade, o pequenino Andrey deixou pra trás tudo que conhecia para ir para um novo mundo.

Início gloriosoEditar

Categoria de BaseEditar

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Chegada a Suécia

Entrando aos 13 anos, para jogar ao lado de jovens de 17 e 18. Foi difícil no começo, faltava força para rebater os balaços e mais difícil ainda: força para aguentar as balaçadas. Andrey teve que comer muita poeira, até começar a jogar de igual para igual com os outros garotos da base, isso tudo graças ao treinamento especial de Kim, que era amigo íntimo do seu pai e sabia das dificuldades da família, principalmente da fé que Andrey levava nas costas.

Seleção EstadunidenseEditar

Quatro anos após ser apresentado para o Quadribol, Kim já havia arranjado uma vaga ao jovem Andrey na seleção estadunidense, comandada por Gustavo Howell. O Torneio de Paris seria a estreia do batedor no Quadribol oficial, num jogo contra a Bulgária. Andrey desencantou e mostrou agilidade que ninguém jamais havia visto, repetindo a dose no jogo contra a Argentina e a Bulgária pelo returno.

Recorde mundialEditar

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No jogo do segundo turno contra a seleção Argentina, o camisa 3 bateu um recorde que permanecia a oito anos, imposto por Kall Svensson. O jogador sueco havia convertido 32 balaços e o jovem Andrey, aos 17 anos, conseguiu rebater 34 certeiros. O recorde permaneceria por alguns anos, até a Federação Internacional de Quadribol adicionar mais um batedor na escalação e facilitar muito a vida da posição.

Torneio de ParisEditar

Na final do Torneio, a seleção comandada por Andrey perdeu para o Japão, mas o garoto foi considerado o melhor batedor, melhor jogador e atleta revelação, primeiros títulos pessoais de sua carreira.

Para a glóriaEditar

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Campeão IV LIQ

Após o balde de água fria no Torneio de Paris, no ano seguinte Andrey foi chamado para a Seleção espanhola para disputar a IV Liga Internacional, mas esta, tinha como favorita a Inglaterra. Com um péssimo início de competição, a Espanha deu uma das reviravoltas mais impressionantes da histórias do Quadribol e venceu a competição, enquanto Andrey venceu o prêmio popular de Melhor Jogador do Torneio.

SupercopaEditar

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Aos 20 anos, Kim já sentia Andrey preparado para vestir a camisa de seu clube, e pela primeira vez, o garoto foi titular no Athletic Klubba Stockholm na disputa da I Supercopa, o mundial interclubes. Mudando de ares, Andrey seguiu os ensinamentos de Kim e jogou como apanhador, levando o AKS ao título mundial, e sendo considerado o melhor apanhador do torneio.

DecepçãoEditar

O Prêmio FIQ Melhor do Mundo havia chegado. Os representantes da organização iriam observar os últimos quatro anos e decidir o grande vencedor. O mundo estava confiante em Andrey, assim como ele mesmo. Dois títulos mundiais, e cinco pessoais seriam o necessário para lhe dar o título de Melhor do Mundo, mas não. A FIQ elegeu Aaron Scott, que para o atleta também foi uma ótima decisão, já que este era seu companheiro de clube.

Lesão graveEditar

Num treino para a V Copa do Mundo, o garoto que agora já tinha 20 anos passou mal em cima da vassoura, um simples caso de queda de pressão, mas o suficiente para lhe fazer desabar de uma altura de 7 metros e fraturar o braço e o pulso. Não sabia ele que tal lesão o deixaria afastado por três anos, e o quarto serviria para reabilitação.

Vida pessoalEditar

Primeiro noivadoEditar

Movido por uma alegria jovial, contraiu matrimônio com Callie Axlethal, no qual se separou um ano depois.

Segundo noivadoEditar

Aos vinte e três anos casou-se com Liane Schwärtz, causando muita polêmica no mundo quadribolista, já que esta era a mulher de Shawn Charmmant, seu companheiro na conquista do título da IV Liga Internacional. Andrey e Liane foram casados por dois anos.

Presidente da FIQEditar

Após Aaron Scott renunciar o cargo de presidente, Andrey se candidatou e venceu as eleições, mas o jogador em repouso não conseguiu conciliar a vida pessoal com a de presidente, e poucos meses depois também renunciou, foi quando Hanatarou Yamada assumiu.

Retorno aos gramadosEditar

Devagar e sempreEditar

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Treinamento

Na II Supercopa, os médicos liberaram Andrey para os treinos com balaço, mas sempre pegando de leve; O jogador foi relacionado para a competição, mas não jogou. Assim foi na III Copa dos Campeões e VI Copa do Mundo.

RetiradaEditar

Desmotivado, o atleta prematuro afirmou a imprensa que não há mais ânimo, tampouco garra para continuar lutando contra as lesões constantes, e, aos 25 anos, afirmou a retirada do quadribol profissional.

AtualmenteEditar

Aos 42 anos, o ex-atleta e ex-presidente da FIQ mora na vila de Karra-Rödbo, ao norte de Gotëborg, na Suécia. Sua imagem já não é mais veiculada na mídia como antes, entretanto, sabe-se que Andrey adotou e mora com o filho do falecido Kim Källström. O albanês não vive mais com sua segunda esposa, Liane, apesar de não separados legalmente. ==

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