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Nascido em Malmö, no extremo sul da Suécia, Kim Källström Pristis faleceu aos 42 anos num acidente de carro na sua cidade natal. Filho de Nicolas Montanari Pristis e Trisha Källström Svensson, irmão de Kall Svensson e Kevin Montanari, é impossível falar de Kim sem falar de Quadribol e principalmente: Suécia.

Infância e JuventudeEditar

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Kim é o do meio de três irmãos, e, devido ao sucesso acadêmico do irmão mais velho Kevin, sempre estivera pressionado a ser também um sucesso. Aos 11 anos ingressou na Sciri Imperius, onde para decepção de seus pais, reprovou inúmeras vezes, mostrando que estava muito longe do irmão. Era da casa Pristis, seguindo assim, pelo menos neste aspecto, a linhagem da família. Sempre muito apegado ao irmão mais novo, deixou a escola aos 18 anos junto com Kall, que na época tinha apenas 15, e foi para a capital sueca, Estocolmo, buscar a vida que seu pai jamais havia lhe desejado: Quadribol.

Carreira de JogadorEditar

Início difícilEditar

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Categorias de Base AKS

Acostumado com o Quadribol de escola disputado entre as casas, Kim conseguiu para ele e seu irmão uma vaga no Athletic Klubba Stockholm, clube mais popular da Suécia, mas, o maior desafio era permanecer na equipe. Brigado com os pais, o jovem teve de trabalhar duro para sustentar seu irmão e a si mesmo, por isso, os primeiros anos como jogador foram tempos de cansaço para o futuro atleta. Jogando dos 18 até os 20 anos na categoria de base do AKS, o fim dessa primeira parte da sua carreira foi muito comemorada, visto que uma vaga no clube profissional também lhe rendia um contrato oficial, podendo agora largar os empregos não-bruxos que havia arranjado em lanchonetes de Estocolmo.

O novo artilheiroEditar

Com a crise que o AKS atravessava, não foi difícil para Kim logo conseguir uma vaga de artilheiro no banco de reservas da equipe, o difícil mesmo foi ser escalado para atuar. As chances eram poucas, e foram duas temporadas assim. Dos 20 até os 22 anos, Kim atuou apenas 8 vezes, e nessas oito, marcou apenas 16 pontos, uma média muito baixa para artilheiros. O jovem sueco começou a se perguntar se este era realmente o futuro que o aguardava: Um artilheiro frustrado, que logo seria dispensado se mantivesse a média baixa de pontos.

MudançaEditar

AKS x Helsingborg, jogo decisivo para o AKS, já que uma derrota colocaria os colocaria na segunda divisão sueca. Kim foi escalado para ser titular, já que Alexandersson estava machucado e Nilsson cumpria suspensão. Domínio do clube do clube visitante, péssima atuação de Kim e derrota AKS, que pela primeira vez na história era rabaixado para a segunda divisão. Tendo seu contrato ameaçado de rescisão, o jovem pediu a última chance para mostrar seu valor ao presidente Per Darnell, e então, largou a goles e foi para o pomo. Não houve pré-temporada para ele. Kim abriu mão das férias e treinou junto com seu irmão Kall, que ainda atuava pelas divisões de base e destacava-se como ótimo batedor.

Nova temporadaEditar

Kim faria sua estreia como apanhador e a pressão sobre ele era a maior que o atleta já teve de enfrentar nos 23 anos de vida. Pela primeira vez na segunda divisão e pela primeira vez atuando como jogador, o alvi-rubro foi até o norte sueco enfrentar o QC Tärnaby, e, com doze minutos de jogo, o até então camisa 20 agarrou o pomorim dourado e deu a vitória para o clube da capital: Stockholm 210 x 10 Tärnaby. O restante da competição não foi diferente, e com quatro rodadas de antecedência o AKS selou o retorno a elite do quadribol sueco, e Kim, foi considerado o melhor apanhador da competição. Havia finalmente achado sua posição.

Reconhecimento nacionalEditar

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Titular absoluto no AKS

De volta a elite, com seu irmão Kall fechando contrato profissional, o ano tinha tudo para dar certo para os Källström, e deu. Muito bem no campeonato sueco, o AKS finalizou o ano na segunda colocação, perdendo a final para o rival IFK Gotëborg, mas isso não comprometeu a festa dos atleticanos, que não faziam uma boa campanha a 5 anos. Kall foi considerado o jogador revelação do campeonato e Kim o melhor apanhador.

Pela seleção nacionalEditar

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Treino pela seleção

Devido ao sucesso feito nos últimos dois anos, Kim e seu irmão Kall foram convocados ao mesmo tempo para disputar a Eurocopa, mas, como era esperado, sua atuação foi adiada para o ano seguinte, já que Kim passou todos os jogos no banco de reservas. Kall, atuou por oito minutos e converteu seis balaços, boa média para o jovem jogador. No segundo ano, tudo foi diferente. Com a aposentadoria do apanhador Manuel Johansson, Kim ganhou a vaga de titular ao lado do irmão, batedor ofensivo. Na Alemanha Kim faria sua estreia, justo na competição mais importante do calendário: A Copa do Mundo! Sendo sediada na Alemanha, a Suécia venceu o primeiro jogo contra a seleção do Canadá e o mundo já começou a abrir os olhos para a nova estrela que estava por vir. Na segunda partida, semi-final, derrota para a arqui-rival França. Os suecos voltaram para casa com o bronze, mas, Kim foi considerado o jogador revelação do torneio.

SucessoEditar

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Kim dá autógrafos para fãs

No outro ano foi realizada a I Liga Internacional de Quadribol, e Kim novamente era o apanhador titular. Os favoritos suecos não decepcionaram e foram campeões invictos: Kim recebeu o prêmio de melhor apanhador e jogador do torneio. Na II Copa Mundial, novamente convocado, Kim já estava sendo considerado um dos melhores jogadores da atualidade, e comprovou o por quê disto levantando o caneco mais uma vez, sendo considerado pela segunda ocasião o melhor apanhador e jogador da competição.

Ídolo mundialEditar

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Prêmio FIQ Melhor Jogador do Mundo

No fim da II Copa do Mundo, o atleta com agora 29 anos já se tornava ídolo em toda a Suécia, começando a ser comparado com o grande Lars Lagërback. A II Liga Internacional estava para começar e a seleção nórdica novamente era a favorita. Kall Svensson comandava os balaços, enquanto Kim comandava nos pomos. Mais um título e o terceiro sueco, e o terceiro de Kim como melhor jogador e apanhador. Na Copa dos Campeões, contra a Itália/Ingalerrta, a mesma história de sempre: Título sueco, Kim melhor jogador e melhor apanhador da competição, mas, desta vez foi diferente. O sueco que agora chegava a casa dos 30 anos recebeu o prêmio da Federação Internacional de Quadribol de Melhor Jogador de Quadribol do Mundo.

Lesão e ameaça de aposentadoriaEditar

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Velório do irmão Kall

Aos 31 anos de idade, em um treino preparatório para a III Copa do Mundo, Kim foi atingido por um balaço rebatido por seu irmão e caiu da vassoura, fraturando o pulso e ficando de fora pelo resto da temporada. O jogador chegou a ameaçar sua aposentadoria na imprensa, declaração que abalou todos os jogadores e torcedores do mundo, já que a menos de um ano atrás o atleta havia recebido o prêmio mais importante na carreira de um jogador. Foram oito meses de repouso, mas, finalmente, o médico do AKS pôde liberá-lo para treinos, e o restante dos quatro meses foram de treinamento intenso para a III Liga Internacional. Quando tudo parecia voltar a normalidade, uma notícia fatal: Kall Svensson, irmão e melhor amigo faleceu em casa, o motivo não foi revelado, mas a imprensa afirma que o jogador estava envolvido com traficantes. Kim desabou.

Retorno aos gramadosEditar

Muito esperado por toda a nação sueca, Kim vinha com a esperança de devolver os títulos ao país que já estava acostumado com a vitória, já que na III Copa do Mundo a Finlândia havia sido campeã. Mas, a lesão havia abalado o emocional e a habilidade técnica do craque, e isso fez com que ele abandonasse a posição de apanhador, com medo de comprometer a seleção, sendo assim, Kim virou batedor em homenagem ao falecido irmão, Kall. Com toda sua experiência, foi fácil a adaptação a nova posição e Kim brilhou, mas, desta vez não ganhou prêmio algum.

AposentadoriaEditar

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Kim anuncia aposentadoria

Quando se deu por encerrada a III Liga Internacional, aos seus 33 anos de idade, Kim declarou aposentadoria do Quadribol e prometeu um dia retornar, mas desta vez como técnico. O maior jogador que o quadribol já havia visto havia pendurado a vassoura.

Vida pessoalEditar

CasamentoEditar

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Kim e esposa

Mesmo largando o quadribol, Kim jamais teve paz. Parado a todo momento na rua por fãs, demorou mais de um ano para o ex-jogador ter a paz que merecia após 15 anos de uma carreira de vitórias e derrotas, mas, de muito trabalho duro. Aos 35 contraiu matrimônio com Caroline Von Hindenburg, no qual foi casado por 6 anos até se divorcidar.

FilhosEditar

Com Caroline, Kim foi pai de dois filhos: Johän Källström e Joey Källström.

FalecimentoEditar

AcidenteEditar

No dia 28 de Agosto, após uma partida da seleção sueca na IV Liga Internacional de Quadribol, Kim sofreu um acidente de carro nos arredores de Estocolmo enquanto viajava para Gotëborg. O acidente foi fatal e matou o ex-atleta na hora, mas os médicos afirmam que o mesmo estava dirigindo embreagado.

VelórioEditar

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O corpo do atleta foi velado no dia 31 do mesmo mês, e nele estavam presente família, amigos íntimos e companheiros de trabalho. Do lado de fora da casa do atleta, trinta mil suecos fanáticos compareceram para motivar a família neste momento triste e também, para lembrar do grande atleta de Kim foi, o melhor jogador de Quadribol de todos os tempos.

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