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Vitor Herkenrath Axlethal (batizado como Vitor Axlethal e conhecido no mundo quadribolístico como Vitor Werkhäuser e pelo nome de batismo) é um jogador de quadribol que atua como goleiro, apanhador ou batedor, embora prefera jogar frente aos aros, tornou-se o melhor jogador do mundo exercendo a função de batedor. Filho adotivo de Joey Källström e biológico de Susana Axlethal e Miroslav Herkenrath, conquistou grande parte dos títulos na Seleção Alemã de Quadribol e no Heidelberg Harries, tendo passado por Inglaterra e Finlândia (onde conquistou uma copa dos campeões) antes do país germânico. Um dos feitos pelo qual mais se orgulha é jamais ter ficado fora do pódium de vencedores.== Vida Pessoal ==

É bastante reservado sobre. Sabe-se que tem uma filha com Vivienne Tremlett e que mantém boa relação com seus pais; tanto os biológicos quanto o adotivo, homem que também comanda a Nationalelf, Joseph Werkhäuser.

Carreira

Embora jovem, é considerado ídolo na Finlândia e na Alemanha. Foi um dos mais novos jogadores a se tornar capitão do Helsinky Quidditch Club, repetindo o feito nos Heidelberg Harries, onde encerrou a sua trajetória no quadribol. É chamado pelos alemães de "O Muro de Berlim II", devido a dificuldade que proporcionava aos artilheiros adversários para marcarem enquanto atuava como goleiro.

Promissor Começo

Em 2009 realizou a sua primeira competição como profissional, a IV Liga Internacional de Quadribol, defendendo a seleção Inglesa. Mesmo a equipe tendo ficado apenas na terceira colocação, Vitor foi considerado o jogador revelação e transferiu-se para o Helsinky QC logo após o torneio, dizendo ter feito uma promessa a Argus Stanford e almejando tornar-se o melhor jogador em sua respectiva posição.

O Trator Finlandês

Vestindo o uniforme do Helsinky QC disputou a Supercopa de Clubes ao lado de seu pai. Obteve a segunda melhor média de gols sofridos na competição e, após a morte de Niklas Immonen, assumiu a responsabilidade de apanhar os pomos, agarrando todos os que disputou. Mesmo com a grande campanha finlandesa, que teve a melhor defesa e o melhor ataque, o time não se classificou para as finais graças à perca de seis pontos por escalação irregular de Niklas.

Recomeço

Após ser vice campeão da Copa Mundial de Quadribol pela Finlândia, Vitor julgava-se infeliz no time, o que levou-lhe a voltar ao país que o lançou no esporte bruxo: a Inglaterra. Transferiu-se para o Liverpool QC, onde não sofreu nenhum gol, e atuou pelo time na Champions of the Quiditch (hoje Superliga de Clubes), ficando na primeira colocação do torneio até que o mesmo fosse cancelado pela Federação. Concluindo que seu lugar era ao lado de seus velhos companheiros, voltou a atuar com eles, indo então para a Alemanha.

Reconhecimento

Defendendo a seleção Alemã, disputou a V Liga Internacional de Quadribol. A equipe perdeu apenas uma partida, tendo vencido todas as disputadas na artilharia. Sagrou-se campeão, liderando o ranking de goleiros e sentindo-se finalmente realizado, tendo seu trabalho reconhecido pelo restante do mundo. Com a mesma base do time que disputara a LIQ, sagrou-se campeão de mais um torneio que outrora não havia vencido: a Supercopa de Clubes, sendo considerado o melhor batedor de tal competição e tendo atuado improvisado na dita cuja posição até a final (partida contra o Real Madrid), onde jogou como goleiro, após as provocações lhe feitas pelo guarda-aros espanhol, que havia dito que Vitor "não mais era o melhor goleiro". Sofreu apenas um gol na partida, em que os Harries venceram por 220x10.

Melhor do Mundo e Invencibilidade

Poucos dias após a atuação praticamente perfeita do capitão alemão frente a Suécia, na final da Copa dos Campeões (ao término da temporada de 2010), Vitor recebeu o prêmio de melhor batedor ofensivo e também de melhor jogador do mundo. Naquela oportunidade dava continuidade a uma série de vitórias que dura até hoje, uma vez que Vitor não é derrotado desde o dia 26/09/2010. Durante esse período foram dezoito jogos sem derrotas.

Pausa e Camisa 13

O jogador anunciou que pararia de jogar quadribol ao término da CMQ no dia 25/02/2011. A notícia abalou grande parte dos companheiros de equipe e imensa parcela dos apaixonados pelo esporte. Mesmo que tivesse apenas 21 anos na oportunidade, o eterno capitão alemão deixou claro que jamais voltaria a vestir um uniforme de quadribol que não fosse o da Alemanha ou o da Finlândia e que os motivos de sua precoce despedida dos campos eram pessoais. Como gesto de gratidão pelo que o jogador fez (conquistando, inclusive, a tríplice coroa 2010-2011), as cúpulas da Seleção Alemã e do Heidelberg Harries decidiram aposentar a camisa do melhor jogador do mundo, a que levava o número 13 às costas.

Retorno

Alguns dias antes do término das Olimpíadas do Quadribol (competição da qual não participou), Vitor reuniu-se com Joseph e Robert Werkhäuser, ex-companheiros de equipe, e acabou por decidir que voltaria a jogar pelo Predador e os ajudaria no breve retorno da seleção aos campos, que ocorreria na Liga Internacional de Quadribol e, caso a classificação fosse obtida, se estenderia até a Copa dos Campeões do ano de 2011. O objetivo da santíssima trindade era apenas um: fazer da Alemanha o país mais vitorioso da história do quadribol.

Prêmios

Por Equipe


Terceiro lugar na Liga Internacional de Quadribol 2009 (pela Inglaterra)
Terceiro lugar na Supercopa de Clubes 2009 (pelo Helsinky Quidditch Club)
Terceiro lugar nas Olimpíadas 2009 (pela Finlândia)
Campeão da Copa dos Campeões 2009 (pela Finlândia)
Vice-campão da Copa Mundial de Quadribol 2010 (pela Finlândia)
Campeão da Liga Internacional de Quadribol 2010 (pela Alemanha)
Campeão da Supercopa de Clubes 2010 (pelos Heidelberg Harries)
Campeão do Torneio de Los Angeles 2010 (pela Alemanha)
Campeão da Copa dos Campeões 2010 (pela Alemanha)
Campeão da Copa Mundial de Quadribol 2011 (pela Alemanha)
Tríplice Coroa 2010-2011; LIQ '10, CC '10 e CMQ '11 (pela Alemanha)

Individuais

Jogador Revelação da Liga Internacional de Quadribol 2009
Jogador Quebra-galho da Supercopa de Clubes 2009
Jogador Quebra-galho das Olimpíadas 2009
Goleiro da Liga Internacional de Quadribol 2010
Batedor Ofensivo da Supercopa de Clubes 2010
Melhor Jogador da Supercopa de Clubes 2010
Batedor Ofensivo do Torneio de Los Angeles 2010
Craque da Galera do Torneio de Los Angeles 2010
Jogador Quebra-Galho do Torneio de Los Angeles 2010
Melhor Jogador do Torneio de Los Angeles 2010
Batedor Ofensivo da Copa dos Campeões 2010
Goleiro da Copa dos Campeões 2010
Melhor Jogador da Copa dos Campeões 2010
Batedor Ofensivo do Ano de 2010
Melhor Jogador do Ano de 2010
Batedor Ofensivo da Copa Mundial de Quadribol 2011
Melhor Jogador da Copa Mundial de Quadribol 2011
Batedor Ofensivo do Ano de 2011
Melhor Jogador do Ano de 2011

Números

Abaixo seguem os números de Vitor durante a sua carreira como goleiro e como batedor. As informações de quando este atuou como apanhador pela Finlândia não foram encontradas, tampouco contam no número de jogos disputados.

Seleções

Número de partidas por seleções em geral: 29
Número de partidas pela Inglaterra: 9
Número de partidas pela Alemanha: 20

Gols sofridos em partidas por seleções em geral: 43 gols (em 22 jogos)
Média de gols sofridos em partidas por seleções em geral: 1,9 gols
Balaços certeiros em partidas por seleções em geral: 266 balaços
Gols sofridos em partidas pela seleção alemã: 18 gols (em 13 jogos)
Média de gols sofridos em partidas pela seleção alemã: 1,3 gols
Balaços certeiros em partidas pela seleção alemã: 266 balaços
Gols sofridos pela seleção inglesa: 25 gols (em 9 jogos)
Média de gols sofridos pela seleção inglesa: 2,7 gols
Pomos pegos pela seleção alemã: ~ (em ~ jogos)

Clubes

Número de partidas por clubes em geral: 12
Número de partidas pelo Helsinky QC: 4
Número de partidas pelo Heidelberg Harries: 8

Gols sofridos por clubes em geral: 21 gols (em 8 jogos)
Média de gols sofridos por clubes em geral: 2,6 gols
Balaços certeiros em partidas por clubes em geral: 128 balaços
Gols sofridos pelo Helsinky: 13 gols (em 4 jogos)
Média de gols sofridos pelo Helsinky: 3,25 gols
Gols sofridos pelo Heidelberg Harries: 8 gols (em 4 jogos)
Média de gols sofridos pelo Heidelberg Harries: 2 gols
Balaços certeiros em partidas pelo Heidelberg Harries: 128 balaços

Total

Jogos (clubes e seleções): 41
Gols sofridos (clubes e seleções): 64 gols (em 30 jogos)
Média de gols sofridos (clubes e seleções): 2,1 gols
Balaços certeiros: 403
Pomos pegos (clubes e seleções): ~ (em ~ jogos)
Observação: Detentor do recorde mundial de balaços, 43 acertados na partida de número 40 de sua carreira (Alemanha 470 x 000 Itália, no dia 04 de Fevereiro de 2011).

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